06 Fevereiro 2006
INVESTIMENTO ESTATAL EM “FÁBRICAS DE NADA” (1)
Além de Salreu, mais 3 freguesias beneficiaram, no mesmo protocolo, de Investimento Estatal em "FÁBRICAS" (de coisa nenhuma)...
Notícia publicada pela Agencia Ecclesia "CORREIO DO VOUGA" de 2/11/2005
http://www.agencia.ecclesia.pt/pub/14/noticia.asp?jornalid=14¬iciaid=24716
Fábrica da Igreja P. Salreu, Estarreja - 23.800 euros, para restauro da Igreja Paroquial.
Fábrica da Igreja P. Arada, Ovar - 67.927,30 euros, para restauro da Igreja matriz.
Fábrica Igreja P. Arada, Ovar - 69.891,5 euros, para restauro do interior da igreja matriz.
Fábrica da Igreja P. Santo António, Vagos - 48.046,8, para restauro da Igreja matriz.
Total: 209.665,60 Euros
Publicação simultânea, em: http://www.embusteiros.blogspot.com/
Notícia publicada pela Agencia Ecclesia "CORREIO DO VOUGA" de 2/11/2005
http://www.agencia.ecclesia.pt/pub/14/noticia.asp?jornalid=14¬iciaid=24716
Fábrica da Igreja P. Salreu, Estarreja - 23.800 euros, para restauro da Igreja Paroquial.
Fábrica da Igreja P. Arada, Ovar - 67.927,30 euros, para restauro da Igreja matriz.
Fábrica Igreja P. Arada, Ovar - 69.891,5 euros, para restauro do interior da igreja matriz.
Fábrica da Igreja P. Santo António, Vagos - 48.046,8, para restauro da Igreja matriz.
Total: 209.665,60 Euros
Publicação simultânea, em: http://www.embusteiros.blogspot.com/
Comments:
Links to this post:
<< Home
Não estou nada de acordo. Não sejamos redutores.Fábrica de nada???
Uma das grandes preocupações deste governo é o ambiente e, nada melhor que investir em fábricas de recicalagem de.... beatas!
Uma das grandes preocupações deste governo é o ambiente e, nada melhor que investir em fábricas de recicalagem de.... beatas!
O negócio da fé é muito caro mas quem tem vícios que os pague.
O Estado não deve subsidiar a sustentação do culto.
O Estado não deve subsidiar a sustentação do culto.
A religião é altamente poluente.
Que diz disto o ministério do (mau) Ambiente?
E o ministério da (fraca) saúde?
Além disso é muito caro.~
Qual é a opinião do ministério das Finanças (esqueléticas)?
Que diz disto o ministério do (mau) Ambiente?
E o ministério da (fraca) saúde?
Além disso é muito caro.~
Qual é a opinião do ministério das Finanças (esqueléticas)?
ACTO PODE ABANDONAR ESTARREJA
Depois de há dias ter dito á Voz da Ria, estar a decorrer uma reflexão interna, agora José Filipe Pereira, vem admitir ao Diário de Aveiro que o Acto pode vir a abandonar Estarreja. Isto mesmo depois de dizer que nesta altura tal questão não se esteja a colocar, mas sendo sempre uma opção em aberto.
Tudo se prende com o facto dos projectos ambiciosos que o grupo tinha estarem neste momento frustrados. E dá como primeiro exemplo a morte do Festival Esta, que teve a sua máxima importância entre os anos de 1999 e 2001. Este ano, tal como anterior, o Esta não vai existir e dificilmente voltará a acontecer, garante o director artístico do Instituto de Arte Dramática. Não é possivel concorrer com os modelos culturais que a autarquia está a implementar e que o grupo acha estarem errados. Neste campo, Filipe Pereira é bastante radical afirmando que Estarreja “é cada vez mais um conjunto de casas em volta de uma estrada nacional, sem um projecto de identidade e cidadania própria. Uma situação que assegura o incomoda e que com a permanência da companhia entre nós pretende contrariar.
Nesta conversa reitera que há mais de um ano está á espera de ter conversações com a Câmara, para poder existir uma relacção há muito quebrada e talvez por isso, nunca o grupo tenha apresentado qualquer trabalho no novo cineteatro.
Assim sendo, a instituição tem desenvolvido mais trabalho fora do nosso concelho e até no estrangeiro, onde existe maior receptividade e condições de trabalho. No entanto, Filipe Pereira faz questão de salientar que a companhia profissional de teatro continua a trabalhar entre nós e aponta como exemplo a reposição de “Lilith e Salomé” que volta ao Atelier na próxima quinta, sexta e sábado e do extenso ciclo de apresentações de “Um Sorriso” que passou também pela Escola Secundária.
Para já certo é que o 10º aniversário da companhia vai ser comemorado entre nós, lá para meados deste ano, estando a ser preparada uma retrospectiva desta década de bons e menos bons tempos mas sempre a lutar pela inovação do tecido socio-cultural de Estarreja.
Data de Publicação: Segunda-Feira, 13 Fevereiro 2006
RVR
Depois de há dias ter dito á Voz da Ria, estar a decorrer uma reflexão interna, agora José Filipe Pereira, vem admitir ao Diário de Aveiro que o Acto pode vir a abandonar Estarreja. Isto mesmo depois de dizer que nesta altura tal questão não se esteja a colocar, mas sendo sempre uma opção em aberto.
Tudo se prende com o facto dos projectos ambiciosos que o grupo tinha estarem neste momento frustrados. E dá como primeiro exemplo a morte do Festival Esta, que teve a sua máxima importância entre os anos de 1999 e 2001. Este ano, tal como anterior, o Esta não vai existir e dificilmente voltará a acontecer, garante o director artístico do Instituto de Arte Dramática. Não é possivel concorrer com os modelos culturais que a autarquia está a implementar e que o grupo acha estarem errados. Neste campo, Filipe Pereira é bastante radical afirmando que Estarreja “é cada vez mais um conjunto de casas em volta de uma estrada nacional, sem um projecto de identidade e cidadania própria. Uma situação que assegura o incomoda e que com a permanência da companhia entre nós pretende contrariar.
Nesta conversa reitera que há mais de um ano está á espera de ter conversações com a Câmara, para poder existir uma relacção há muito quebrada e talvez por isso, nunca o grupo tenha apresentado qualquer trabalho no novo cineteatro.
Assim sendo, a instituição tem desenvolvido mais trabalho fora do nosso concelho e até no estrangeiro, onde existe maior receptividade e condições de trabalho. No entanto, Filipe Pereira faz questão de salientar que a companhia profissional de teatro continua a trabalhar entre nós e aponta como exemplo a reposição de “Lilith e Salomé” que volta ao Atelier na próxima quinta, sexta e sábado e do extenso ciclo de apresentações de “Um Sorriso” que passou também pela Escola Secundária.
Para já certo é que o 10º aniversário da companhia vai ser comemorado entre nós, lá para meados deste ano, estando a ser preparada uma retrospectiva desta década de bons e menos bons tempos mas sempre a lutar pela inovação do tecido socio-cultural de Estarreja.
Data de Publicação: Segunda-Feira, 13 Fevereiro 2006
RVR
VEREADOR DA CULTURA REAGE ÁS DECLARAÇÕES DO DIRECTOR DO ACTO
"A liberdade de expressão é um direiro, sendo que a liberdade de circulação também o é", reage assim João Carlos Alegria, vereador da cultura, á declaração de José Filipe Pereira, que ameaçou deixar Estarreja, levando consigo o Instituto de Arte Dramática, caso não mude a postura da autarquia em relacção á companhia de teatro profissional que dirige. Questionado pela Voz da Ria sobre o conteúdo da entrevista dada ao Diário de Aveiro, pelo director do Acto, João Alegria começa por lembrar que os "projectos bastante arrojados" e "mais ambiciosos" que tinham, levaram a condutas mais que arriscadas e exemplifica, com um processo de sobrefacturação que terá beneficiado o Acto, durante o último mandato do Partido Socialista, que está pendente nos tribunais, após inquérito da IGAT.
Escusando-se a gravar declarações, o vereador da cultura, no fax enviado á redacção da Voz da Ria, corrige a afirmação que a Câmara não se relaciona com o Acto, lembrando que desde a posse já reuniu duas vezes (a 8 e 16 de Novembro) com o director artístico da companhia teatral, tendo agendado para o passado dia 17, uma terceira, á qual o mesmo não compareceu, sem justificar a falta até agora.
Na nota, João Alegria, declara ainda que "só quem não está de corpo e alma pode ter uma perspectiva de que Estarreja é um aglomerado de casas em redor de uma estrada" lamenta. A concluir, abre as portas do cinetteatro ao Acto, desde que sejam apresentadas propostas e relembra que o desenvolvimento educacional e cultural implica o respeito pelas decisões dos outros.
Data de Publicação: Terça-Feira, 14 Fevereiro 2006
RVR
"A liberdade de expressão é um direiro, sendo que a liberdade de circulação também o é", reage assim João Carlos Alegria, vereador da cultura, á declaração de José Filipe Pereira, que ameaçou deixar Estarreja, levando consigo o Instituto de Arte Dramática, caso não mude a postura da autarquia em relacção á companhia de teatro profissional que dirige. Questionado pela Voz da Ria sobre o conteúdo da entrevista dada ao Diário de Aveiro, pelo director do Acto, João Alegria começa por lembrar que os "projectos bastante arrojados" e "mais ambiciosos" que tinham, levaram a condutas mais que arriscadas e exemplifica, com um processo de sobrefacturação que terá beneficiado o Acto, durante o último mandato do Partido Socialista, que está pendente nos tribunais, após inquérito da IGAT.
Escusando-se a gravar declarações, o vereador da cultura, no fax enviado á redacção da Voz da Ria, corrige a afirmação que a Câmara não se relaciona com o Acto, lembrando que desde a posse já reuniu duas vezes (a 8 e 16 de Novembro) com o director artístico da companhia teatral, tendo agendado para o passado dia 17, uma terceira, á qual o mesmo não compareceu, sem justificar a falta até agora.
Na nota, João Alegria, declara ainda que "só quem não está de corpo e alma pode ter uma perspectiva de que Estarreja é um aglomerado de casas em redor de uma estrada" lamenta. A concluir, abre as portas do cinetteatro ao Acto, desde que sejam apresentadas propostas e relembra que o desenvolvimento educacional e cultural implica o respeito pelas decisões dos outros.
Data de Publicação: Terça-Feira, 14 Fevereiro 2006
RVR
ACTO VOLTA A APRESENTAR "LILITH E SALOMÉ"
O ACTO – Instituto de Arte Dramática repõe, hoje, amanhã e no sábado, a peça “Lilith e Salomé – Non est bonun esse hominem solum”, de Helena Botto. O trabalho, que conta a história de duas mulheres, tem lotação limitada, ou seja, os lugares deverão ser, de preferência, previamente reservados. A peça é apresentada no @telier do ACTO a partir das 21h30. Atenção que a entrada é vedada a menores de 18 anos.
Data de Publicação: Quinta-Feira, 16 Fevereiro 2006
RVR
O ACTO – Instituto de Arte Dramática repõe, hoje, amanhã e no sábado, a peça “Lilith e Salomé – Non est bonun esse hominem solum”, de Helena Botto. O trabalho, que conta a história de duas mulheres, tem lotação limitada, ou seja, os lugares deverão ser, de preferência, previamente reservados. A peça é apresentada no @telier do ACTO a partir das 21h30. Atenção que a entrada é vedada a menores de 18 anos.
Data de Publicação: Quinta-Feira, 16 Fevereiro 2006
RVR
UMA 'NÃO-NOTICIA' ORIGINA POLÉMICA
Um equivoco criou um mal entendido, na entrevista dada pelo director artístico do Acto ao Diário de Aveiro. José Filipe Pereira já fez questão de revelar à Voz da Ria que nunca dise que iria abandonar Estarreja. Apenas que tal hipótese estava, como sempre, em cima da mesa, mas não se punnha nesta altura. Foi "uma pequena peça de mau jornalismo" começou por afirmar, recordando que uma entrevista bem feita e onde se falava da actividade do grupo nos últimos dez anos "acabou por sair com um titulo que contradizia aquilo que se dizia na entrevista". Uma conversa que até motivou uma reacção do vereador da Cultura da autarquia que a determinado passo e contrapondo a alegada falta de relacionamento entre as entidades, deu a conhecer a existência de duas reuniões e de uma terceira á qual Filipe Pereira teria faltado. Admitindo a realização de encontros "já pus questões ao senhor vereador, mas ainda estou à espera de respostas, continuo á espera de uma reunião" frisa o director do Acto. Questionado se a alegada falta à já citada reunião não teria servido para dar as respostas Filipe Pereira garante "não faltei a nenhuma reunião, mas não quero comentar".
Com comentários ficou a referência a eventuais acções judiciais, pendentes após inquérito da IGAT, sobre uma alegada sobrefacturação, na qual o Acto teria saído beneficiado, o responsável diz não ter conhecimento que "esteja qualquer assunto pendente em estâncias judiciais, se estiverem terão de ser resolvidos no mesmo local, mas neste momento o Acto não tem nenhuma situação dessas, até porque se as tivessemos concerteza que as estâncias judiciais já nos teriam notificado".
Alheio a toda a polémica, o Instituto de Arte Dramática, depois da passagem pela Covilhã, esta semana, volta a apresentar hoje e amanhã a performance de Helena Botto "Lilith e Salomé". No Atelier, a partir das dez da noite.
Data de Publicação: Quinta-Feira, 16 Fevereiro 2006
RVR
Um equivoco criou um mal entendido, na entrevista dada pelo director artístico do Acto ao Diário de Aveiro. José Filipe Pereira já fez questão de revelar à Voz da Ria que nunca dise que iria abandonar Estarreja. Apenas que tal hipótese estava, como sempre, em cima da mesa, mas não se punnha nesta altura. Foi "uma pequena peça de mau jornalismo" começou por afirmar, recordando que uma entrevista bem feita e onde se falava da actividade do grupo nos últimos dez anos "acabou por sair com um titulo que contradizia aquilo que se dizia na entrevista". Uma conversa que até motivou uma reacção do vereador da Cultura da autarquia que a determinado passo e contrapondo a alegada falta de relacionamento entre as entidades, deu a conhecer a existência de duas reuniões e de uma terceira á qual Filipe Pereira teria faltado. Admitindo a realização de encontros "já pus questões ao senhor vereador, mas ainda estou à espera de respostas, continuo á espera de uma reunião" frisa o director do Acto. Questionado se a alegada falta à já citada reunião não teria servido para dar as respostas Filipe Pereira garante "não faltei a nenhuma reunião, mas não quero comentar".
Com comentários ficou a referência a eventuais acções judiciais, pendentes após inquérito da IGAT, sobre uma alegada sobrefacturação, na qual o Acto teria saído beneficiado, o responsável diz não ter conhecimento que "esteja qualquer assunto pendente em estâncias judiciais, se estiverem terão de ser resolvidos no mesmo local, mas neste momento o Acto não tem nenhuma situação dessas, até porque se as tivessemos concerteza que as estâncias judiciais já nos teriam notificado".
Alheio a toda a polémica, o Instituto de Arte Dramática, depois da passagem pela Covilhã, esta semana, volta a apresentar hoje e amanhã a performance de Helena Botto "Lilith e Salomé". No Atelier, a partir das dez da noite.
Data de Publicação: Quinta-Feira, 16 Fevereiro 2006
RVR
Meus Caros,
Quando alunos, mestrandos e doutorandos em Física, são instados (por um arremêdo de "sapiente" da UFF/Brasil - ninho pulhítico do lula), a só se preocuparem com fazer contas, e não ficar a quererem usar laboratórios em seus cursos; quando ao invés de cuidar de fato para melhorar cidades lindas como Blumenau e Angra, as pessoas da Educação são obrigadas a infestar as escolas e universidades de "ensino" religioso; quando livros como Mente & Cérebro de Lauren Slater nunca são encontrados em nenhuma livraria ...
É hora para pararmos e nos reorientar-mos.
A Lata Deslavada da Nazi-Teo-Ditadura Pulhítica.
REPÚDIO À PSICOLOGIA CANALHA.
Observem bem o que é, como é maquinado, e como se alastra o enredo do que chamo de nazi-teo-ditadura pulhítica:
Cruze as informações abaixo com o assunto da notícia: DILMA LIBEROU 25 MILHÕES PARA A IGREJA E FOI VER O PAPA.
Chamo atenção pra um episódio que incide direto sobre o que olhos em lamento (como de pessoas de Limeira, ou da Zona Oeste do RJ, etc) já detectaram sobre o sitiamento de bairros bons que foram cercados por loteamentos esquisitos mudando o bem-estar e conquista de uma conjuntura social conseguida com esforço. Notem como e pra quê serve um coacervado de gente mesquinha, estupidificada, e manipulada:
Blumenau, Indaial, Brusque, Joinville ... pessoas esforçadas, de excelente índole, prestativas e amigas mesmo ... até debaixo dágua.
Diante da tragédia, vendo o desespêro das pessoas a gente pensa no que os que acham que são humanos estão fazendo com o mundo.
Mas, cada vez mais estupefacto, vou ao fundo da ferida.
Notem: parece que o esgôto tomou de vez conta da cabeça de muita, muita, gente mesmo. E é apenas o descambo nojento da pulhítica da ditadura religiosa que está aí "no controle".
Tomem um copo de água bem limpa; porque isso aqui não vai ser mole.
O que será que esse séquito que anda pelas ruas, que envia convitezinhos nos nossos e-mails e orkut, à cata de gente pra encher esses antros de enganação chamados igrejas, o que esses lamentáveis esquisóides têm na infeliz cabeça?
Aproveitando-se da tragédia de Santa Catarina, esse pessoal fazendo mídia de sua imensa "bondade" vai disseminando o seguinte argumento com sua conhecida cara estanhada, falsamente risonha e toscamente repreendedora:
"Viu? Aquele povinho metido a rico? Agora depende de nós. Está vestindo roupa dada por pobres. É Deus pesando a mão."
Ía colocar isto aqui em letras grandes; mas vou fazer outra coisa: Vou dizer o que está por trás dessas mentes deploráveis, insanas, prepotentes, pedantes, esdrúxulas, pérfidas, hipócritas, NOJENTAS; que de tanto respirar o hálito viciado uns dos outros dentro de seus antros hediondos já não têm sequer vestígio de qualquer senso.
Em todo lugar do Brasil há gente pobre, pobre, muito pobre; e gente rica também. Valer-se da tragédia para fazer mídia da MÃO DURA DO TREMENDO, e ainda por cima, tripudiar das pessoas diante duma calamidade, para promover a GLORIOSA BONDADE do povinho Glorioso, Salvo, Escolhido, nojovélico-crentólico, isso é o poço do esgôto em que chegamos, com essa psicologia safada, doutrinada por padres e pastores, que espalham suas ignomínias como veneno entre os seus bandos eufóricos ludibriados.
Pessoas humanas, parem por um instante, vejam a que são levados a pensar sobre si mesmos; vejam a salafra cara dos que fomentam isso, esse tipo de comportamento entre nós. SÃO OS PULHAS, que sempre mexem seus pauzinhos nos acontecimentos, e sempre tiram todas as vantagens em cima de nós; pois têm as nossas vidas para atormentar, para nos fazer atormentar-nos uns aos outros, para nos escravizar, para no fim das contas se justificarem como "intermediários bonzinhos", e nós nos convencermos como mauszinhos.
NÃO É ASSIM PESSOAL. NÃO É ASSIM.
SERÁ QUE TEMOS QUE NOS ARREBENTAR TODO MUNDO PRA VER QUE NÃO É ASSIM?
O mucêgo-bêbo numa possível candidatura a mártir, voando por cima da tragédia, também faz seus asseclas pensarem que é de SEU governo que agora o povo sofrido precisa pra ajudá-los; o canalha não se dá conta que é da UNIÃO o dinheiro que povo brasileiro tem para socorrer-se de tragédias, e não é favor, nem distinção alguma tentar comprar a opinião das pessoas com UMA OBRIGAÇÃO, civil, social, humana.
Ao invés de estar distribuindo consôlo pra garotas de 12 anos nas escolas, e assinando acordos escusos para encher as salas de aulas de estupidez religiosa, o Brasil como ESTADO LAICO deveria estar melhorando a sua péssima educação; por que estamos ricos sim, mas só os parvos acreditam que está tudo bem. Os preços são exorbitantes, as mentiras como a da Petrobrás são gritantes, os velhos estão como tolos nas mãos de espertos. Onde está os seiscentos reais nos primeiros seis meses de governo? ISSO TUDO É O QUE TEMOS QUE VER.
Já estou farto de tanta canalhice.
Enviar um comentário
Quando alunos, mestrandos e doutorandos em Física, são instados (por um arremêdo de "sapiente" da UFF/Brasil - ninho pulhítico do lula), a só se preocuparem com fazer contas, e não ficar a quererem usar laboratórios em seus cursos; quando ao invés de cuidar de fato para melhorar cidades lindas como Blumenau e Angra, as pessoas da Educação são obrigadas a infestar as escolas e universidades de "ensino" religioso; quando livros como Mente & Cérebro de Lauren Slater nunca são encontrados em nenhuma livraria ...
É hora para pararmos e nos reorientar-mos.
A Lata Deslavada da Nazi-Teo-Ditadura Pulhítica.
REPÚDIO À PSICOLOGIA CANALHA.
Observem bem o que é, como é maquinado, e como se alastra o enredo do que chamo de nazi-teo-ditadura pulhítica:
Cruze as informações abaixo com o assunto da notícia: DILMA LIBEROU 25 MILHÕES PARA A IGREJA E FOI VER O PAPA.
Chamo atenção pra um episódio que incide direto sobre o que olhos em lamento (como de pessoas de Limeira, ou da Zona Oeste do RJ, etc) já detectaram sobre o sitiamento de bairros bons que foram cercados por loteamentos esquisitos mudando o bem-estar e conquista de uma conjuntura social conseguida com esforço. Notem como e pra quê serve um coacervado de gente mesquinha, estupidificada, e manipulada:
Blumenau, Indaial, Brusque, Joinville ... pessoas esforçadas, de excelente índole, prestativas e amigas mesmo ... até debaixo dágua.
Diante da tragédia, vendo o desespêro das pessoas a gente pensa no que os que acham que são humanos estão fazendo com o mundo.
Mas, cada vez mais estupefacto, vou ao fundo da ferida.
Notem: parece que o esgôto tomou de vez conta da cabeça de muita, muita, gente mesmo. E é apenas o descambo nojento da pulhítica da ditadura religiosa que está aí "no controle".
Tomem um copo de água bem limpa; porque isso aqui não vai ser mole.
O que será que esse séquito que anda pelas ruas, que envia convitezinhos nos nossos e-mails e orkut, à cata de gente pra encher esses antros de enganação chamados igrejas, o que esses lamentáveis esquisóides têm na infeliz cabeça?
Aproveitando-se da tragédia de Santa Catarina, esse pessoal fazendo mídia de sua imensa "bondade" vai disseminando o seguinte argumento com sua conhecida cara estanhada, falsamente risonha e toscamente repreendedora:
"Viu? Aquele povinho metido a rico? Agora depende de nós. Está vestindo roupa dada por pobres. É Deus pesando a mão."
Ía colocar isto aqui em letras grandes; mas vou fazer outra coisa: Vou dizer o que está por trás dessas mentes deploráveis, insanas, prepotentes, pedantes, esdrúxulas, pérfidas, hipócritas, NOJENTAS; que de tanto respirar o hálito viciado uns dos outros dentro de seus antros hediondos já não têm sequer vestígio de qualquer senso.
Em todo lugar do Brasil há gente pobre, pobre, muito pobre; e gente rica também. Valer-se da tragédia para fazer mídia da MÃO DURA DO TREMENDO, e ainda por cima, tripudiar das pessoas diante duma calamidade, para promover a GLORIOSA BONDADE do povinho Glorioso, Salvo, Escolhido, nojovélico-crentólico, isso é o poço do esgôto em que chegamos, com essa psicologia safada, doutrinada por padres e pastores, que espalham suas ignomínias como veneno entre os seus bandos eufóricos ludibriados.
Pessoas humanas, parem por um instante, vejam a que são levados a pensar sobre si mesmos; vejam a salafra cara dos que fomentam isso, esse tipo de comportamento entre nós. SÃO OS PULHAS, que sempre mexem seus pauzinhos nos acontecimentos, e sempre tiram todas as vantagens em cima de nós; pois têm as nossas vidas para atormentar, para nos fazer atormentar-nos uns aos outros, para nos escravizar, para no fim das contas se justificarem como "intermediários bonzinhos", e nós nos convencermos como mauszinhos.
NÃO É ASSIM PESSOAL. NÃO É ASSIM.
SERÁ QUE TEMOS QUE NOS ARREBENTAR TODO MUNDO PRA VER QUE NÃO É ASSIM?
O mucêgo-bêbo numa possível candidatura a mártir, voando por cima da tragédia, também faz seus asseclas pensarem que é de SEU governo que agora o povo sofrido precisa pra ajudá-los; o canalha não se dá conta que é da UNIÃO o dinheiro que povo brasileiro tem para socorrer-se de tragédias, e não é favor, nem distinção alguma tentar comprar a opinião das pessoas com UMA OBRIGAÇÃO, civil, social, humana.
Ao invés de estar distribuindo consôlo pra garotas de 12 anos nas escolas, e assinando acordos escusos para encher as salas de aulas de estupidez religiosa, o Brasil como ESTADO LAICO deveria estar melhorando a sua péssima educação; por que estamos ricos sim, mas só os parvos acreditam que está tudo bem. Os preços são exorbitantes, as mentiras como a da Petrobrás são gritantes, os velhos estão como tolos nas mãos de espertos. Onde está os seiscentos reais nos primeiros seis meses de governo? ISSO TUDO É O QUE TEMOS QUE VER.
Já estou farto de tanta canalhice.
Links to this post:
<< Home



